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Data: 24/10/2010 Compartilhe esta notícia

A VERDADEIRA LIBERDADE -  "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres". João 8:36
 

A liberdade é o estado ou a condição mais desejada pelo ser humano. Tanto individual, como coletivamente, a liberdade representa o anseio constante do homem. No que se refere ao indivíduo, o homem busca sua liberdade durante toda a sua vida. Quando é adolescente, deseja libertar-se da autoridade dos pais; quando é jovem, deseja ser livre dos padrões impostos pela sociedade; quando é maduro, deseja obter a tão sonhada liberdade financeira; quando é ancião, deseja a liberdade de uma criança, para fazer tudo aquilo que não pôde durante sua vida. No que se refere ao coletivo, as sociedades também buscam a liberdade. Durante toda a história da humanidade, as nações sempre lutaram umas contra as outras buscando serem livres do domínio alheio, fosse ele político, militar ou econômico. Enfim, ser livre foi e ainda é o grande anelo do homem.

 

E quando podemos dizer que o homem é um ser livre? Esta é uma pergunta bastante complexa. Alguém já respondeu da seguinte maneira: “o homem é livre quando as condições sob as quais vive são de sua própria escolha”. Do ponto de vista do plano material em que vivemos, muitas pessoas irão dizer que não são livres, por não terem escolhas, principalmente nas questões financeiras. Alguns poucos dirão que têm liberdade, por achar que possuem capacidade e condição para escolher.

 

Mas esta conclusão não passa de uma falácia. Na verdade, ninguém é inteiramente livre, mesmo sob circunstâncias ideais, visto que precisa viver em uma comunidade, cedendo aos direitos e desejos de outros seres humanos. Além disso, o homem é um ser tripartite, formado de corpo, alma e espírito. Portanto, a liberdade precisa ser analisada considerando-se estas três áreas. O problema é que todas estas áreas foram afetadas pelo pecado, gerando consequências eternas na raça humana.

 

Houve um momento na história do homem, mais precisamente no princípio, que ele, de fato, teve a opção de escolher. E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás. Gênesis 2:16/17. Deus deu a Adão uma ordem, mas ele era livre para obedecê-la ou não. A tragédia ocorreu porque o homem escolheu desobedecer a Deus. O desejo de ser como Deus, de ter entendimento e autonomia, paradoxalmente cegou o homem, tirando dele o entendimento de que haveria uma consequência séria para aquela atitude de rebeldia: a morte.

 

Mesmo sendo livre e gozando de plena comunhão com Deus, o homem não se contentou em ser apenas uma criatura. Preferiu arriscar-se numa “carreira solo” e tentar ser tal qual o Criador, não atentando para as conseqüências que lhe tinham sido claramente apresentadas. É o desejo insano de liberdade plena, de autonomia a qualquer custo.

 

E, claro, o pecado trouxe, de fato, a morte, em pelo menos duas dimensões: a morte física e a morte espiritual. No caso da morte física, o homem experimenta a fragilização do seu corpo. No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás. Gênesis 3:19. No caso da morte espiritual, o homem experimenta a separação de Deus, a quebra do relacionamento básico e a expulsão do paraíso e da presença dEle. O SENHOR Deus, por isso, o lançou fora do jardim do Éden, a fim de lavrar a terra de que fora tomado. E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida. Gênesis 3:23/24.

 

O homem, inicialmente, havia sido criado para dominar a terra e viver debaixo da ação e bênção de Deus. Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Gênesis 1:26. Com o pecado, o homem torna-se um prisioneiro daquilo que seria seu domínio. Torna-se um verdadeiro refém, sofrendo o flagelo da natureza (terremotos, inundações, secas, tsunamis), das doenças (H1N1, câncer) e dos conflitos, internos (depressão, angústia) e externos (guerras, disputas, divórcios). O homem, criado no princípio para ser livre e viver eternamente, com a queda, torna-se cativo do pecado e da morte.

 

O âmago da questão é que o pecado cegou por completo o entendimento do homem, a ponto dele ser incapaz de enxergar sua condição de escravo, de prisioneiro, enfim, de pecador. Pelo contrário, o homem considera-se sábio aos seus próprios olhos, fazendo da justiça própria o seu baluarte. Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres? Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. João 8:33/34.

 

Através da desobediência de Adão, o pecado entrou na raça humana e pelo pecado entrou a morte (Romanos 5:12). Assim, a única coisa que sabe o homem produzir, e produzir bem, é o pecado, mesmo que não tenha qualquer consciência a este respeito. O pecado não é resultado do que o homem faz ou deixa de fazer, mas daquilo que ele é em sua essência, por causa de sua natureza pecadora. O homem não tem mais vontade própria, pois sua vontade está dominada pelo pecado. A inclinação do ser humano, quando em seu estado natural, é pura inimizade contra Deus. A natureza humana está tão corrompida que, além de se recusar a servir a Deus, é incapaz de fazê-lo. Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Romanos 8:7.

 

O homem, após a queda, também perdeu o entendimento autêntico acerca das coisas espirituais, reputando-as como loucura. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 1ª. Coríntios 2:14. O homem natural, por si só, também não tem qualquer capacidade para se aproximar de Deus. Ninguém pode reagir favoravelmente a Cristo se o Pai não o conduzir. Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. João 6:44.

 

Portanto, se dissermos que o homem é um ser livre, porque pode fazer escolhas, estamos mentindo e negando princípios elementares da Palavra de Deus. O homem natural encontra-se numa condição de total escravidão do pecado e da morte. Entretanto, Deus nunca desistiu da sua criação, tal é o seu amor por nós. Antes mesmo da fundação do mundo, Ele providenciou um caminho para libertar o homem do seu cativeiro. E este caminho é a cruz de Cristo. Esta é a única e autêntica liberdade, não segundo o paradigma deformado do homem, que busca o poder e a independência, mas uma liberdade sujeita ao governo e à autoridade de Deus, mediante uma nova vida em Cristo.

 

Um homem pode ser livre, na sociedade deste mundo. Entretanto, sem importar as vantagens que possa ter, não poderá ter vantagens autênticas se não é um remido pelo sangue de Cristo; pois a verdadeira liberdade é aquela que nos livra das algemas do pecado, de seu poder e servidão. Os homens livres na carne, mas que não são escravos de Jesus Cristo, são automaticamente verdadeiros escravos do pecado, das paixões e da degradação. Cristo Jesus é quem liberta o homem da escravidão ao pecado, o qual é o verdadeiro senhor de escravos. Russel Norman Champlin.

 

Jesus Cristo pagou o preço da nossa liberdade. Este pagamento quitou a nossa dívida com Deus, em relação ao pecado. O seu sacrifício foi plenamente suficiente, nada mais sendo exigido de nossa parte. Muitos mártires morreram pela liberdade política de povos e nações. Mas apenas o sacrifício de Cristo é plenamente eficiente e suficiente para libertar o homem de maneira integral e eterna.

 

Um homem pode ser socialmente livre, mas continuar escravo em sua alma e espírito. Todavia, um homem pode até encontrar-se fisicamente na prisão, mas gozar de plena e eterna liberdade por estar em Cristo. E isto faz toda a diferença, porque não há mais condenação. E, depois de lhes darem muitos açoites, os lançaram no cárcere, ordenando ao carcereiro que os guardasse com toda a segurança. Este, recebendo tal ordem, levou-os para o cárcere interior e lhes prendeu os pés no tronco. Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. Atos 16:23/25. Paulo e Silas, mesmo machucados e encarcerados, tinham liberdade para orar e louvar a Deus. Um espírito livre, ninguém pode aprisionar.

 

Jesus Cristo é a propiciação pelos nossos pecados (1ª. João 2:2). Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8:36. A salvação nada mais é do que a liberdade concedida por intermédio de Cristo, ao homem aprisionado pelo pecado.

 

A forma mais elevada de liberdade é o livramento da morte e a obtenção da vida e da natureza de Cristo, onde um indivíduo passa a compartilhar de sua santidade e da sua própria natureza. Essa é a maravilhosa liberdade dos filhos de Deus, que estão sendo conduzidos à glória. Não existe liberdade mais profunda do que esta, consistente no livramento de todas as coisas que são meramente humanas e mortais, como também na participação em tudo o que é divino e eterno. Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Gálatas 5:1.

 

Portanto, a graça de Deus, manifestada em Cristo, conduz o homem à plena liberdade, em suas três dimensões: no espírito, fomos justificados e libertos da culpa e da condenação do pecado; na alma, estamos sendo santificados e libertos do domínio e do poder do pecado; e, no corpo, seremos glorificados e libertos da presença e da corrupção do pecado.

 

“Torna-me cativo, ó Senhor e então é que serei livre”. George Matheson, teólogo e pregador escocês (1842-1906).


A VERDADEIRA LIBERDADE
Por: Fernando E. Prison
 

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