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Data: 20/02/2013 Compartilhe esta notícia

EMPREENDEDORISMO: Piscicultores buscam abertura de novos mercados

Governo da Cooperação irá fomentar ações e criará política publica de auxilio com incentivos para produtores...

Viabilizar caminhos, oportunizando melhores condições de negociação para produtores no Estado, este foi o objetivo do encontro promovido na tarde desta terça-feira (19), na Secretaria Executiva Regional de Ariquemes entre o governador Confúcio Moura, secretários inseridos na cadeia produtiva do peixe e piscicultores de Ariquemes e região.

O Sebrae, através da Foccus Consultoria, trouxe dados evidenciados durante a apresentação sobre o fluxo da cadeia produtiva do Estado. As informações serviram para embasar o estudo e propor soluções que abrangem da produção à comercialização do pescado rondoniense, inclusive com opções para a abertura de mercado.

Durante a reunião, alguns pontos como a criação de infraestrutura e logística, beneficiamento do pescado, abertura de frigoríficos e novos mercados foram discursos comuns entre os consultores e piscicultores.

O estudo apontou o crescimento da oferta com a super produção e a escassez de mercado na região norte. O motivo seria a criação de estados vizinhos do principal mercado, Manaus, como o Acre e Roraima que vem crescendo e a queda no preço do tambaqui no principal nicho mercadológico. De acordo com levantamento, o quilo poderia ser encontrado, há um tempo, por R$ 4,28. Atualmente o valor do quilo do peixe, quando bem vendido, está na casa dos R$ 3,70, e a tendência é que este valor despenque ainda mais com o crescimento da oferta de outros Estados.

Levando em consideração que a logística de transporte sai a R$ 0,93, o quilo do peixe e o prazo de sete dias para que a mercadoria chegue ao consumidor final no Amazonas, acabam por depreciar o peixe rondoniense, que é reconhecido pela sua qualidade.

De acordo com Confúcio Moura, o primeiro passo é fechar parcerias que possam orientar as ações. “O Sebrae é nosso parceiro, temos que pensar grande e de imediato remos a necessidade de contratar uma consultoria”.

“A situação é problemática, mas está longe de ser caótica”, tranquiliza o secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedes), Emerson Castro. “A soluça está em buscar compradores e investidores para se instalarem aqui, é imprescindível”, salienta. Segundo Emerson Castro o peixe é um bom negócio e é rentável.

Presente a reunião, a secretária de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Nanci Rodrigues, falou acerca do trabalho realizado junto aos produtores para a legalização das propriedades e demais licenças ambientais, para que estes piscicultores tenham abertura de crédito junto as instituições financiadoras. “Desburocratizando promovemos a inclusão ambiental. Quando iniciamos o trabalho, eram menos de 200 produtores legalizados no estado, hoje esses números ultrapassa a marca de 2 mil propriedades, também estamos liberando taxas. Através desta política o Estado vem se tornando um modelo para o pais no que se refere a produção de pescado”.

“Uma de nossas discussões é sobre o mercado. Atualmente temos apenas Manaus como nosso foco, e precisamos trabalhar a questão cultural do consumo. Através da Seagri, iremos criar agroindústrias e incentivar nas escolas da rede pública o habito de consumir peixe, o que já é um mercado para pequeno produtor”, conta Mari Terezinha Braganhol, secretária Adjunta da Seagri. Mas ainda assim, é pouco para a produção rondoniense, pois o Estado consome 4.1 toneladas de peixe, o que representa menos de 10% da produção total de pescado.

“A maior importância deste planejamento é começar de fato a cadeia produtiva de piscicultura  no Estado, uma vez que as preocupações, até então, estavam focadas na produção, a partir deste momento, ações visando uma melhor comercialização e expansão de mercados passam a ser prioridades, assim como o processamento de peixe em Rondônia”, explica Nilce Santos Oliveira, coordenadora do projeto Água Produtiva da Sedes.

Para a engenheira de pesca da Emater, Maria Mirtes, através destas ações o fortalecimento do mercado local será o maior beneficio para o Estado. “Crédito tem, e os técnicos da Emater estão aqui para auxiliar os produtores na obtenção”, assegura.

Data: 20/02/2013 Compartilhe esta notícia
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